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  • Um vídeo que circula nas redes sociais não mostra o CEO da Pfizer, Albert Bourla, dizendo que o objetivo das vacinas é reduzir a população mundial em 50%, como afirmam postagens (veja aqui). O trecho foi editado: nas cenas originais, Bourla estabelece como meta reduzir pela metade o número de pessoas que não podem comprar os remédios produzidos pela empresa. A fala do executivo foi gravada na edição de 2022 do Fórum Econômico Mundial, em Davos, na Suíça. O conteúdo enganoso reunia 20 mil visualizações no Kwai e centenas de compartilhamentos no Facebook nesta terça-feira (7). ALBERT BOURLA (DIRETOR EXECUTIVO) DA PFIZER FOI APLAUDIDO APÓS ADMITIR QUE O OBJETIVO DAS VACINAS É REDUZIR A POPULAÇÃO EM 50% Publicações que circulam nas redes sociais enganam ao dizer que Albert Bourla, CEO da Pfizer, admitiu que as vacinas podem reduzir em 50% a população mundial. No vídeo original, gravado na edição de 2022 do Fórum Econômico Mundial em Davos (Suíça), o executivo cita um plano que oferece medicamentos da empresa a preço de custo para países mais pobres. Essa medida, segundo ele, vai reduzir pela metade o número de pessoas no mundo que não podem pagar pelos remédios. “É realmente a realização de um sonho que tivemos, junto com minha equipe, quando começamos em 2019 — na primeira semana que nos conhecemos, em janeiro de 2019, na Califórnia — e estabelecemos as metas para os próximos cinco anos. Uma delas foi, até 2023, reduzir em 50% o número de pessoas no mundo que não podem comprar nossos medicamentos. Acho que hoje esse sonho está se tornando realidade”, disse Bourla a Klaus Schwab, fundador e presidente do fórum, em 25 de maio de 2022. No vídeo editado, o trecho em que Bourla fala “que não podem comprar nossos medicamentos” é omitido para alegar que o CEO da Pfizer admitiu um plano para reduzir a população mundial por meio das vacinas. Entretanto, ele não citou isso em nenhum momento. O executivo se referia a um novo acordo da Pfizer para fornecer remédios e vacinas da empresa, protegidos por patentes, a preço de custo para os 45 países mais pobres do mundo, o que abrangeria 1,2 bilhão de pessoas. Ruanda, Gana, Malawi, Senegal e Uganda serão os primeiros países beneficiados pela iniciativa chamada “An Accord for a Healthier World” (“Um Acordo para um Mundo Mais Saudável”, em português). Esta peça de desinformação também circulou nos Estados Unidos e na Índia, onde foi checada pela PolitiFact, Reuters, Snopes e Factly. No Brasil, a AFP desmentiu as alegações enganosas. Aos Fatos integra o Programa de Verificação de Fatos Independente da Meta. Veja aqui como funciona a parceria.
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