schema:text
| - “Acabei de ver uma situação caricata no Centro de Emprego em Viana do Castelo! Dirigi-me ao Centro [de Emprego] para a entrega de uns papéis da empresa e qual não é o meu espanto que o atendimento é feito na rua! Mesa instalada no pátio da entrada da porta principal e o funcionário que atende é um segurança! Recebe a documentação fora da porta, vai [lá] dentro e emite o recibo da entrega”, descreve-se no post de 18 de fevereiro no Facebook.
Posto isto, o/a denunciante conclui: “É assim que está o nosso país! Mas desta forma nunca tinha assistido a tal!”
Questionado pelo Polígrafo, o gabinete de comunicação do Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP) garante que “a alegação não é verdadeira“, na medida em que “o atendimento nunca foi feito na rua“.
A mesma fonte explica que “em consequência da pandemia de Covid-19, e da sua evolução, houve necessidade de ajustar o espaço do atendimento público prestado no local, por ali também serem realizadas entrevistas”.
“Neste contexto foi temporariamente colocada uma mesa de apoio ao vigilante, no exterior, seguindo um plano de contingência para salvaguarda do distanciamento físico desejável e o necessário condicionamento de acesso e triagem, bem como encaminhamento aos técnicos para cada assunto específico”, sublinha.
Em conclusão, assegura o IEFP, os utentes do Centro de Emprego de Viana do Castelo foram sempre encaminhados para atendimento pelos técnicos no interior do edifício. O segurança no exterior apenas efetua uma triagem, no âmbito das medidas de contingência da pandemia de Covid-19. E, aliás, trata-se de uma situação temporária.
___________________________________
Nota editorial: este conteúdo foi selecionado pelo Polígrafo no âmbito de uma parceria de fact-checking (verificação de factos) com o Facebook, destinada a avaliar a veracidade das informações que circulam nessa rede social.
Na escala de avaliação do Facebook, este conteúdo é:
Falso: as principais alegações dos conteúdos são factualmente imprecisas; geralmente, esta opção corresponde às classificações “Falso” ou “Maioritariamente Falso” nos sites de verificadores de factos.
Na escala de avaliação do Polígrafo, este conteúdo é:
|