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  • Não é verdade que brigadistas do ICMBio (Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade) praticaram um incêndio criminoso em meio à crise de queimadas em diversas regiões do país. As peças enganosas usam como se fosse recente um vídeo de 2020 em que agentes do instituto realizam a queima controlada, o uso intencional de fogo como estratégia de combate, a fim de limitar a área de incêndios. Publicações com conteúdo falso acumulavam 1.500 curtidas no Instagram até a tarde desta quinta-feira (5). A justiça nada faz porque tudo é orquestrado por ela e não haverá punidade Um vídeo em que brigadistas do ICMBio aplicam uma técnica de queima controlada circula nas redes como se fosse recente e mostrasse agentes iniciando um incêndio em meio à atual crise de queimadas em diversas regiões do Brasil. A gravação aconteceu em setembro de 2020. Nas cenas, um grupo de brigadistas do ICMBio ateiam fogo a um pasto, enquanto um homem não identificado questiona a ação em tom de revolta. Em nota publicada nas redes sociais à época, o ICMBio explicou que o vídeo mostra uma técnica conhecida como queima controlada e que a prática consiste em “eliminar a matéria orgânica seca, de maneira programada e monitorada, e assim reduzir o combustível das queimadas”. As imagens foram feitas em Cáceres (MT) nos dias 12 e 13 de setembro de 2020 e registram os brigadistas aplicando a queima controlada para impedir que um incêndio ocorrido na cidade atingisse a Estação Ecológica de Taiamã. Segundo o ICMBio, a estratégia foi um sucesso e a estação foi protegida das chamas. No mesmo período, peças falsas atribuíam aos agentes a responsabilidade pelo fogo que se alastrava no Pantanal, o que foi desmentido por Aos Fatos. Naquele período, o bioma teve mais de 30% de sua área queimada e registrou o maior número de focos de fogo desde o fim da década de 90. A crise das queimadas em 2024 já superou em 8% os incêndios ocorridos em 2020. Desde o final de agosto, uma onda de fogo se alastra por diversas regiões do país. Em meio a esse cenário, Aos Fatos já desmentiu outras publicações enganosas (veja aqui e aqui) que buscavam atribuir a crise ao uso de técnicas de queima controlada. O caminho da checagem Aos Fatos utilizou como base checagem realizada em setembro de 2020, quando publicações falsas utilizavam o mesmo vídeo para atribuir responsabilidade ao ICMBio pelas queimadas no Pantanal. Em seguida, para contextualizar o caso, buscamos na imprensa informações sobre as crises de queimadas em 2020 e 2024.
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