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| - “A principal associação de transportes da Bélgica fez campanha para mulheres camionistas no Dia das Mães. A Febetra, associação de empresas belgas de transporte e prestadores de serviços logísticos, convocou todas as mulheres no Dia das Mães a se candidatarem a uma das cinco mil vagas neste setor”, lê-se num texto publicado no início de maio no Facebook.
Segundo o autor da publicação, que cita a associação, “apenas cerca de 1,66% de todos os motoristas de camião na Bélgica são mulheres”, o que motivou esta federação “a lançar uma chamada para que as mulheres se candidatem a uma das inúmeras vagas nessa área”.
É verdade?
Sim, a federação belga de transportadores (Febetra) publicou no seu site oficial um comunicado a apelar “a todas as mulheres do país” para se candidatarem “a uma das cinco mil vagas no setor”. No texto publicado a 8 de maio, a associação explica que “não há razão para as mulheres não sejam excelentes motoristas de camiões”.
“Um camião moderno, hoje em dia, pode ser conduzido tão bem por uma mulher como por um homem” e que este “trabalho oferece não só responsabilidade e variedade, mas sobretudo muita liberdade e autossatisfação”.
Segundo os dados reunidos por esta federação, “mais de 98% dos camiões são conduzidos por homens”, sendo que, em 2021, apenas 1,66% dos camionistas eram mulheres. Além disso, acrescenta a Febetra, “nos últimos 15 anos, tem havido muito pouco crescimento no número de mulheres motoristas”.
A representante dos transportadores lamenta estes números, lembrando que “um camião moderno, hoje em dia, pode ser conduzido tão bem por uma mulher como por um homem” e que este “trabalho oferece não só responsabilidade e variedade, mas sobretudo muita liberdade e autossatisfação”.
Citando a porta-voz da Febetra, Isabelle De Maegt, o texto adianta que o setor o trabalho de camionista “é um trabalho muito bom, e definitivamente um trabalho com futuro, também para as mulheres”.
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