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  • Uma notícia do G1, o portal online da televisão Globo, que dá conta de um projeto de lei para ser criado um batalhão LGBT+ no Exército brasileiro — foi essa a informação que começou a circular nas redes sociais e por WhatsApp nos últimos dias, citando uma peça assinada por José Canuto que dava conta de um projeto de lei específico — o 2588/2023 — para que fosse criada uma divisão especial militar de pessoas LGBT+, acompanhada da imagem de dois homens com boinas militares, abraçados. Mas a busca online, quer no site do G1 quer no Google, não permite encontrar nenhuma notícia relacionada com o mesmo tema. O nome do jornalista autor da peça, José Canuto, não consta na equipa do G1 identificada no site. O “Checamos” — unidade de fact checking brasileira da Agência France-Press — contactou até diretamente o G1 para questionar sobre se tal peça foi publicada e a resposta que obteve foi negativa. O órgão também esclareceu que não tem nenhum funcionário chamado José Canuto. Olhemos então para as propostas de lei que estão a ser discutidas na Câmara dos Deputados e no Senado brasileiro. No site da Câmara, não é possível encontrar nenhum resultado que corresponda à pesquisa com os termos “exército” e “lgbt”. No portal do Senado, o resultado é idêntico. O Checamos verificou os projetos de lei identificados com o número 2588 e apenas encontrou dois: um referente à redução de preços de GPL, de 2019, e um que declara uma festa popular regional Património Imaterial do Brasil, de 2022. A Lupa, unidade de fact checking do UOL, confirma que não existe nenhum projeto de lei com o número 2588 de 2023. Conclusão As imagens que têm circulado a dar conta de uma notícia sobre um projeto de lei para que seja criado um batalhão LGBT+ no Exército brasileiro são montagens. Não existe tal notícia no site do G1, onde a peça teria sido publicado, e o jornalista que a assina não faz parte da equipa do site. Além disso, não há nenhum projeto de lei com aquele número ou outro referente a este tema quer na Câmara dos Deputados, quer no Senado. Assim, de acordo com o sistema de classificação do Observador, este conteúdo é: ERRADO No sistema de classificação do Facebook este conteúdo é: FALSO: as principais alegações do conteúdo são factualmente imprecisas. Geralmente, esta opção corresponde às classificações “falso” ou “maioritariamente falso” nos sites de verificadores de factos. NOTA: este conteúdo foi selecionado pelo Observador no âmbito de uma parceria de fact checking com o Facebook.
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