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  • Não há provas de fraudes alegadas por Bolsonaro nas eleições de 2014 e 2018 O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) alegou, em sua live de hoje (17), que venceu a eleição de 2018 no primeiro turno e que o hoje deputado federal Aécio Neves (PSDB) ganhou a disputa presidencial de 2014, mas não há provas de nada disso. Não há nenhum indício de fraude nas eleições brasileiras desde que urnas eletrônicas foram adotadas. Uma auditoria feita pelo próprio PSDB não encontrou fraudes em 2014, quando Dilma Rousseff (PT) venceu Aécio no segundo turno. Bolsonaro e apoiadores defendem a adoção do voto impresso — um comprovante impresso da votação na urna eletrônica — e têm afirmado que, sem a mudança, a eleição de 2022 não será confiável. Reportagem publicada este mês pelo UOL mostrou que mesmo especialistas em segurança digital que defendem a adoção do voto impresso reconhecem que nunca houve fraude comprovada nas eleições brasileiras desde que a urna eletrônica passou a ser usada. Veja o que o UOL Confere checou: Não há provas de fraude na urna eletrônica Eu tenho convicção de que realmente tem fraude. As informações que nós temos aqui, um dia a gente quem sabe a gente vai disponibilizar, é que o Aécio ganhou em 2014, é que eu ganhei em 2018 em primeiro turno Presidente Jair Bolsonaro (sem partido) em sua live semanal Nunca houve fraude comprovada nas eleições brasileiras desde que as urnas eletrônicas foram adotadas, nem denúncias consideradas relevantes. Essa constatação foi feita não apenas por auditorias realizadas pelo TSE, mas também por investigações do MPE (Ministério Público Eleitoral) e por estudos matemáticos e estatísticos independentes. Além disso, há outros elementos hoje no Brasil que reforçam os resultados de eleições, como pesquisas de intenção de voto e de boca de urna. Embora Bolsonaro repita em diversas ocasiões que houve fraude em 2018, ele nunca apresentou provas de suas alegações. Seu próprio governo já admitiu, em respostas a pedidos feitos por meio da Lei de Acesso à Informação, que não possui registros que possam comprovar suas declarações. Em 2014, o candidato derrotado nas urnas, Aécio Neves (PSDB) também questionou a lisura do processo. Uma auditoria realizada pelos próprios tucanos na ocasião, no entanto, constatou que não houve fraude. Boletins de urna podem ser conferidos online Aquele papel que no final é impresso, o pessoal deixa por alguns minutos pendurado na parede, em alguns locais não deixam, o pessoal leva embora, na mão grande realmente, para o povo não tomar conhecimento do que foi votado ali Presidente Jair Bolsonaro (sem partido) em sua live semanal O "papel" citado por Bolsonaro é o boletim de urna, que é impresso após o término da votação em uma seção eleitoral. O presidente insinuou que, sem o boletim de urna impresso, "o povo" não ficaria sabendo do resultado da eleição na seção eleitoral. Mesmo que isso ocorra, todos os boletins podem ser conferidos online, no site do TSE (Tribunal Superior Eleitoral). Neste exemplo, veja que é possível consultar o resultado de cada seção eleitoral para as eleições municipais do ano passado em São Paulo. O mesmo tipo de consulta pode ser feito para qualquer outra cidade brasileira. Constam do boletim de urna o total de votos dados, por meio daquele aparelho, a cada candidato e partido político, além dos votos brancos, nulos, o número da seção, a identificação da urna e a quantidade de eleitores que votaram naquela seção. O boletim deve ser impresso e fixado na porta da seção eleitoral, para que qualquer pessoa possa ter acesso ao material. Outras cópias do boletim são entregues pelo chefe da seção a pessoas que acompanham a votação no local, como representantes dos partidos políticos e do Ministério Público. Na live de hoje, Bolsonaro também fez uma série de alegações falsas sobre a covid-19, entre elas a mentira de que o uso de máscaras reduz a oxigenação. Leia aqui a checagem sobre este assunto. ID: {{comments.info.id}} URL: {{comments.info.url}} Ocorreu um erro ao carregar os comentários. Por favor, tente novamente mais tarde. {{comments.total}} Comentário {{comments.total}} Comentários Seja o primeiro a comentar Essa discussão está encerrada Não é possivel enviar novos comentários. Essa área é exclusiva para você, assinante, ler e comentar. Só assinantes do UOL podem comentar Ainda não é assinante? Assine já. Se você já é assinante do UOL, faça seu login. O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Reserve um tempo para ler as Regras de Uso para comentários.
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