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  • Não é verdade que um vídeo mostra um protesto ocorrido no Nordeste contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em razão da queda nos repasses do FPM (Fundo de Participação dos Municípios), como alegam publicações nas redes. As imagens que circulam com a falsa atribuição foram gravadas em agosto deste ano em Maceió e registram um ato de trabalhadores da educação contra o governo de Alagoas. Publicações com o conteúdo enganoso acumulavam centenas de compartilhamentos no Facebook e 1.500 curtidas no Instagram até a tarde desta terça-feira (5). Greves tomam o Nordeste por corte de verba do Governo Lula. Faz o L… Um vídeo que mostra cenas de um protesto contra o governo estadual organizado por profissionais da educação em Maceió no último dia 31 de agosto tem circulado nas redes como se registrasse um ato contra o governo Lula em decorrência da queda nos repasses do FPM. Organizada pelo Sinteal (Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Alagoas), a manifestação pedia valorização da categoria e reajuste dos salários. Em nota enviada ao Aos Fatos, o sindicato negou que o protesto fosse direcionado ao governo Lula. “Não há nenhuma menção ao governo federal dentro das reivindicações. Os atos de greve dizem respeito apenas ao governador do Estado e a luta pela aplicação do piso nacional do magistério de 14,95% para todos os trabalhadores da Educação de Alagoas”. O Aos Fatos localizou o vídeo original, publicado no Tik Tok sem a falsa legenda no mesmo dia do protesto. Durante a gravação, no entanto, um homem não identificado desinforma ao tentar atrelar a manifestação ao governo Lula. “O amor é lindo. Viva o amor. Faz o L”, diz no vídeo. Em janeiro, o MEC (Ministério da Educação) reajustou o piso nacional do magistério de R$ 3.845,63 para R$ 4.420,55 — um aumento de 14,95%. Apesar de garantido em lei desde 2008, o piso não foi reajustado em todos os estados, a exemplo do que ocorre em Alagoas. FPM. No último dia 30 de agosto, centenas de prefeitos decidiram paralisar atividades administrativas em protesto contra a queda nos valores transferidos pelo governo federal via FPM, fundo que figura entre as principais fontes de receita da maior parte dos municípios brasileiros. Conforme explicado pelo Aos Fatos, as mudanças ocorreram em virtude da queda da arrecadação e da forma como é calculado o montante que deve ser repassado pelo governo federal.
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