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  • “O ‘animalismo doentio’. O quisto hidático do pulmão, provocado pelo Echinococcus granulosus. ‘Isto’ não é gostar de animais. Beijar na boca um animal de companhia, dormir com ele na cama e comer com ele do mesmo prato, não é ‘gostar de animais’, é apenas uma paranóia, uma obsessão doentia, uma patologia a precisar de terapia”, alega-se na mensagem da publicação em causa. “E mais grave do que o problema de os adultos correrem esses riscos, o drama é permitir que as crianças, algumas delas bebés, sejam sujeitas a esse risco, para os quais os médicos estão constantemente a alertar. O quisto hidático pode desenvolver-se no cérebro, no fígado ou nos pulmões. Resulta da absorção, por via oral, de um parasita que se desenvolve em vários animais, principalmente nos cães“, acrescenta-se. Confirma-se que beijar animais na boca ou comer do mesmo prato pode gerar a transmissão de uma doença parasitária? Questionado pelo Polígrafo, Carlos Penha Gonçalves, investigador principal do Instituto Gulbenkian de Ciência, explica que o quisto hidático “é uma doença parasitária provocada por vermes do género Echinococcus no intestino de animais”, como os cães ou as raposas. O especialista em genética de doenças confirma que “os seres humanos são infetados por contacto direto com animais parasitados, ou pela ingestão de ovos do parasita“, os quais podem estar presentes na água, alimentos ou solos contaminados por fezes de animais infetados. Estas podem também contaminar os focinhos e pêlos dos animais. Quando os ovos eclodem no intestino do animal, as larvas presentes no seu interior libertam-se, atravessam a parede do intestino e atingem a corrente sanguínea. É assim que conseguem atingir principalmente o fígado e os pulmões, formando quistos, descreve Penha Gonçalves. Os animais que alojam a forma adulta da doença podem sofrer de uma parasitose intestinal, ou seja, de uma doença nos intestinos causada por parasitas. Nos humanos, os quistos podem permanecer assintomáticos durante muito tempo, sublinha o investigador. Quando se desenvolvem, e dependendo do seu tamanho, podem causar disfunções orgânicas. De acordo com a enciclopédia online Medipédia, quando a doença reside no fígado, “as manifestações mais comuns são problemas ou dor na zona superior e direita do abdómen, aumento do volume abdominal” e, em casos mais raros, problemas hepáticos que se evidenciam através de icterícia, por exemplo. A complicação mais grave, segundo a mesma fonte, consiste na “ruptura de um quisto hidático, independentemente de ser de forma espontânea ou devido a um traumatismo”. Os sintomas variam consoante a localização do quisto. Se for um quisto hepático pode sentir-se uma “súbita e intensa dor abdominal acompanhada por febre“; se for um quisto nos pulmões, os sintomas podem ser um repentino ataque de tosse e expectoração. Mais, salienta-se que “após a ruptura de um quisto, as larvas conseguem disseminar-se e invadir outros órgãos, onde acabam por formar novos quistos”. Ainda assim, Penha Gonçalves ressalva que “a proximidade entre animais de companhia e os seres humanos é recomendável“. No entanto, apela a que sejam tidas em conta as precauções necessárias relativamente às doenças de animais que são transmissíveis aos humanos e que, “em particular, sejam seguidas as recomendações dos médicos-veterinários“. __________________________________________________________ Nota editorial: este conteúdo foi selecionado pelo Polígrafo no âmbito de uma parceria de fact-checking (verificação de factos) com o Facebook, destinada a avaliar a veracidade das informações que circulam nessa rede social. Na escala de avaliação do Facebook, este conteúdo é: Verdadeiro: as principais alegações do conteúdo são factualmente precisas; geralmente, esta opção corresponde às classificações “Verdadeiro” ou “Maioritariamente Verdadeiro” nos sites de verificadores de factos. Na escala de avaliação do Polígrafo, este conteúdo é:
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