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  • “A situação de seca em Portugal foi debatida no Parlamento Europeu. 99% do território português encontra-se em seca grave. A nossa preocupação imediata são os agricultores e o mundo rural. Mas os efeitos negativos são visíveis na biodiversidade e podem colocar em causa o abastecimento público de água”. As palavras de cautela são de José Manuel Fernandes, eurodeputado do PSD, e foram escritas esta sexta-feira, 18 de fevereiro, na sua página do Facebook. Além de alertar para os valores que considera preocupantes, Fernandes aconselhou o país a “prevenir” e a “agir”, acrescentando quatro imagens com informação acerca da situação de seca vivida em Portugal. Ainda segundo a publicação, “Portugal utiliza, em média, apenas 8% da água disponível anualmente”, sendo que só tem “capacidade de armazenar 20% da água que chega ao país”. Ora, de acordo com os últimos dados divulgados pelo Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), no boletim de 15 de fevereiro deste ano, 91% do território estava, nesse dia, nas classes de seca severa e extrema (52,2% em seca severa e 38,6% em seca extrema). A 31 de janeiro deste ano, os valores eram substancialmente mais baixos. A saber: 34,2% do território em seca severa e apenas 11,5% em seca extrema. Segundo o mesmo boletim, os valores de temperatura máxima do ar foram “quase sempre superiores ao valor normal mensal” e o “valor médio da quantidade de precipitação até dia 15 de fevereiro foi inferior ao valor normal mensal 1971-2000, correspondendo apenas a 7%”. Registaram-se ainda valores de percentagem de água no solo “inferiores ao normal em todo o território” e um “agravamento da situação de seca meteorológica, com aumento da áreas nas classes de seca severa e extrema”. Ora, no post incluem-se também as regiões onde se regista seca moderada (9,2% a 15 de fevereiro). Feitas as contas, porém, 100% do território português está em estado de seca moderada, severa ou extrema. De onde é que vêm os referidos 99%? Dizem respeito às percentagens registadas a 31 de janeiro deste ano, quando o país contava com 34,2% do território em seca severa, 11,5% em seca extrema e 53,7% em seca moderada. Somando estes números obtemos os mencionados 99%, mais precisamente 99,4%. A diferença é residual, justificando-se pela apresentação de dados mais recentes pelo IPMA. Até ao dia 31 de janeiro, 99,4% do território português estava em seca moderada, severa ou extrema. Até ao dia 15 de fevereiro, essa percentagem ascendeu a 100%. O post difunde informação verdadeira, embora ligeiramente desatualizada. _________________________________ Avaliação do Polígrafo:
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