About: http://data.cimple.eu/claim-review/545c7a1b70dcf1cd476bc995f4ac596820e16bea6e1d0010be26193c     Goto   Sponge   NotDistinct   Permalink

An Entity of Type : schema:ClaimReview, within Data Space : data.cimple.eu associated with source document(s)

AttributesValues
rdf:type
http://data.cimple...lizedReviewRating
schema:url
schema:text
  • Não foi sugestão do governo federal a alteração na apresentação dos prazos de validade dos alimentos, como afirmam posts nas redes sociais. A proposta foi sugerida por associações da indústria de alimentos e de supermercados. A ideia seria mudar como a informação é apresentada na embalagem. As entidades sugerem que, ao invés de informar só a data-limite, seja colocado a frase "melhor consumir antes de" e a indicação de data. O sistema é usado nos EUA e no Canadá. O pedido de checagem foi enviado ao UOL Confere pelo WhatsApp (11) 97684-6049 . O que diz o post Publicações comparam um discurso em que Lula diz que as famílias vão voltar a se reunir no domingo para comer picanha com gordura, farofa e cerveja gelada e o recorte de um trecho de notícia veiculada na GloboNews sobre a proposta de alteração no sistema de validade dos alimentos. O post é acompanhado de legendas sobrepostas que dizem o seguinte: "na campanha: pobre vai comer picanha" e "no governo: pobre vai comer comida vencida". Por que é falso A medida não foi sugerida ou adotada pelo governo federal. A proposta na mudança do sistema de prazos de validade de alimentos foi apresentada ao governo pela Associação Brasileira de Supermercados (confira aqui) e pela Abia (Associação Brasileira da Indústria de Alimentos) (aqui). Em 2021, a Abia observou que o fim do prazo - adotado pelo sistema atual - não significa que o alimento não esteja mais adequado e seguro ao consumo (aqui). "No Brasil, se passou da data limite, o alimento não pode mais ser comercializado nem consumido, o que pode fazer com que muita comida, ainda em condições adequadas e seguras para o consumo, vá para o lixo", disse em 2021 o presidente executivo da Abia, João Dornellas. "Best Before". Segundo a proposta, em vez da indicação de uma data-limite para o consumo, o novo sistema seria uma indicação de "melhor consumir antes de...". Este tipo de recomendação, conhecido como "best before" (melhor antes, em tradução livre) é adotado nos EUA e no Canadá. A justificativa das associações é o combate à inflação dos alimentos e a redução no desperdício. Marcação seria usada em alguns alimentos A nova regra valeria apenas para produtos estáveis em temperatura ambiente, e que tenham baixa atividade de água (como grãos e alimentos desidratados), passem por processo de esterilização e sejam embalados a vácuo. Essas informações constam na matéria da GloboNews usada no post, mas foram omitidas. Confira a íntegra abaixo: "Xepa" pode ser usada para baratear alimentos. Governo avalia medida sugerida por associação de mercados. Informações com @jubraga1. -- GloboNews (@GloboNews) January 22, 2025 ? Assista ao #Estúdioi: https://t.co/bFwcwLpLU9 #GloboNews pic.twitter.com/XdCqztNWE1Proposta foi feita em 2021. A Associação Brasileira da Indústria de Alimentos propôs a alteração do conceito de data de validade para alimentos não perecíveis em 2021, como noticiou o UOL. Na ocasião, a sugestão foi apresentada no Fórum Nacional da Cadeia de Abastecimento, promovido pela Associação Brasileira de Supermercados. Consumidor analisaria condições do alimento após o "Best Before". A ideia é que, após esse período do "Best Before", o cliente descubra se o produto ainda está adequado ao consumo conferindo, ele mesmo, cheiro, aspecto e gosto. O governo descartou mudar o sistema de prazo de validade. Após reunião nesta sexta (24), a proposta apresentada pelas associações foi desconsiderada. O ministro do Desenvolvimento Agrário, Paulo Teixeira, já havia se manifestado ontem (23) dizendo que o governo não tinha intenção de adotar a medida. Na quarta-feira (22), em entrevista à CNN Brasil (aqui), o ministro da Casa Civil, Rui Costa, disse que não via a possibilidade de a medida ser adotada. "Para alimentos, para uso pessoal, acho que não faz parte da nossa cultura isso, e não está no cenário adotar essa medida", afirmou. Viralização. No Instagram, um post com o conteúdo desinformativo registrava mais de 8.000 curtidas. Este conteúdo também foi verificado por Aos Fatos e Estadão Verifica. Sugestões de checagens podem ser enviadas para o WhatsApp (11) 97684-6049 ou para o email uolconfere@uol.com.br. Siga também o canal do UOL Confere no WhatsApp. Lá você receberá diariamente as checagens feitas pela nossa equipe. Para começar a seguir, basta clicar aqui e ser redirecionado. Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL.
schema:reviewRating
schema:author
schema:inLanguage
  • Portuguese
schema:itemReviewed
Faceted Search & Find service v1.16.123 as of May 22 2025


Alternative Linked Data Documents: ODE     Content Formats:   [cxml] [csv]     RDF   [text] [turtle] [ld+json] [rdf+json] [rdf+xml]     ODATA   [atom+xml] [odata+json]     Microdata   [microdata+json] [html]    About   
This material is Open Knowledge   W3C Semantic Web Technology [RDF Data]
OpenLink Virtuoso version 07.20.3241 as of May 22 2025, on Linux (x86_64-pc-linux-musl), Single-Server Edition (126 GB total memory, 8 GB memory in use)
Data on this page belongs to its respective rights holders.
Virtuoso Faceted Browser Copyright © 2009-2026 OpenLink Software