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  • É de 2023, não atual, uma análise do Banco Mundial que apontava que a reforma tributária reduziria em 50% a carga de impostos sobre os mais pobres e aumentaria em 20% a dos mais ricos. Após as mudanças efetuadas durante a tramitação no Congresso, os percentuais caíram pela metade. Publicações com o conteúdo enganoso acumulavam 5.500 curtidas no Instagram, 2.000 compartilhamentos no X e centenas de compartilhamentos no Facebook até a tarde desta quarta-feira (17). Banco Mundial ACABA [em julho de 2024] de revelar que a Reforma Tributária do governo Lula irá REDUZIR em 50% a carga tributária dos mais pobres e AUMENTAR em 20% a dos mais ricos Posts nas redes têm compartilhado como se fosse atual uma análise feita pelo Banco Mundial no ano passado sobre o impacto da reforma tributária na taxação de diversas faixas de renda. Apresentado em agosto daquele ano, o estudo não considera as mudanças ocorridas no texto até a aprovação da reforma na Câmara, em dezembro. Os dados compartilhados pelas peças desinformativas também desconsideram o projeto de regulamentação da reforma, aprovado pela Câmara na última quarta-feira (10). A proposta ainda depende da análise do Senado, que deve ocorrer apenas em agosto. Em reportagem publicada na última terça (16), a Folha de S.Paulo refez os cálculos a partir da ferramenta SimVat (Simulador de Imposto sobre Valor Agregado), do próprio Banco Mundial. O jornal apontou as seguintes mudanças: - Os 10% mais pobres passaram a ter a carga tributária reduzida em 25%, e não mais em 50%, em relação ao sistema tributário vigente; - Já os 10% mais ricos terão a carga tributária aumentada em 10%, e não mais em 20%; - Por fim, uma parcela da classe média que antes era beneficiada pela reforma passou a não ter vantagens após as exceções criadas pelos parlamentares. O benefício menor para os mais pobres decorre do fato de o Congresso ter decidido priorizar a desoneração da cesta básica. Com isso, foram reduzidos os benefícios previstos no mecanismo de devolução de impostos, apelidado de cashback, que atendia a população de baixa renda. O caminho da checagem: Aos Fatos verificou os levantamentos realizados pelo Banco Mundial e constatou que os percentuais mencionados pelos posts enganosos refletiam uma análise anterior à aprovação da reforma tributária. Foi localizada também uma nova análise, feita pela Folha de S. Paulo, que mostrava uma redução nos percentuais após as alterações feitas pelos parlamentares.
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