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  • Não é verdade que o deputado federal Marcelo Freixo (PSB-RJ) entrou com ação contra policiais de Goiás pela morte de Lázaro Barbosa nem que pediu indenização para a família do criminoso ou que estuda abrir um instituto com o nome dele, como alegam posts (veja aqui). Além de não existirem indícios de que tenha tomado tais iniciativas, o parlamentar negou. A peça de desinformação conta com centenas de compartilhamentos no Facebook nesta quarta-feira (30) e foi marcada com o selo FALSO na ferramenta de verificação da rede social (entenda como funciona). Nota de repúdio. Deputado Marcelo Freixo e movimentos dos Direitos Humanos entram com representação contra policiais de Goiás para investigar se houve ou não excessos no brutal assassinato de Lázaro Barbosa. ‘Testemunhas afirmam que ele se entregaria logo após descarregar as três armas que possuía’. ‘Todos nós temos direito a vida’, diz deputado em sua ação. Deputado Marcelo Freixo pede também que Estado indenize a família de Lázaro e já estuda criar o Instituto Lázaro Barbosa para que a história e o exemplo de resistência de Lázaro não caia no ostracismo. O deputado federal Marcelo Freixo (PSB-RJ) não entrou com ação para apurar excesso de violência na captura e morte de Lázaro Barbosa, não requisitou indenização para a família nem quer criar um instituto com o nome do criminoso. Ao Aos Fatos, o parlamentar desmentiu as alegações das postagens checadas, que também não são atestadas por registros na imprensa e nas redes sociais. “As milícias digitais estão espalhando mais mentiras absurdas contra mim. Jamais entrei com representação contra os policiais de Goiás que atuaram no caso Lázaro. Também não pedi indenização para a família do criminoso e nem sugeri a criação do instituto Lázaro Barbosa”, disse Freixo. Não há registros ainda de que o deputado tenha proferido as declarações que lhe foram atribuídas nos posts: “Testemunhas afirmam que ele se entregaria logo após descarregar as três armas que possuía” e “Todos nós temos direito à vida". Nos perfis do deputado no Facebook e no Twitter, por exemplo, as únicas citações a Barbosa são feitas em posts com checagens de publicações falsas. Além disso, não foram encontradas referências ao criminoso em discursos ou propostas de Freixo.
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