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| - “Já foram descobertos mais nomes mal escritos no obelisco recentemente inaugurado em Oeiras: ‘Sofia’ Mello Breyner A., Carlos ‘Drumon’ de Andrade, Teixeira ‘Pascoais’ e ‘Izaltino de Moraes'”, destaca-se num tweet de 7 de maio, mostrando uma imagem do novo monumento com os referidos nomes e a ortografia errada sublinhados a vermelho.
Várias outras publicações nas redes sociais apontam para os mesmos erros, além de um outro que já era conhecido: “laser” em vez de “lazer“.
Questionada pelo Polígrafo, a Câmara Municipal de Oeiras (CMO) assegura que esse erro já foi retificado e enviou uma fotografia da placa, exibindo a nova versão com “lazer”.
Quanto aos nomes de Sophia de Mello Breyner, poetisa portuguesa, Carlos Drummond de Andrade, poeta brasileiro, e Teixeira de Pascoaes, poeta português, apresentam também grafias incorretas. “Sofia”, “Drumond” e “Pascoais” são os erros identificados.
A CMO reconhece também esses outros erros, sublinhando ao Polígrafo que todas as “patologias” da escultura, incluindo o desgaste que já apresenta na pedra poucas semanas após a inauguração, são do seu conhecimento.
“Serão todas corrigidas num prazo de 30 dias, sem custos para o município”, garante.
A inauguração do monumento foi realizada no dia 25 de abril e transmitida em direto na página da CMO no Facebook. Tal como o Polígrafo verificou em artigo recente, o “Obelisco do Templo” teve origem num contrato por ajuste direto, visando a “aquisição de conjunto escultórico Obelisco – Monumento para o Parque dos Poetas”, e custou cerca de 600 mil euros.
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Avaliação do Polígrafo:
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