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  • É falso que um chefe da ONU (Organização das Nações Unidas) tenha defendido a exclusão dos cristãos da sociedade ou tenha pedido a descriminalização da relação sexual entre adultos e menores, como afirmam publicações nas redes sociais. O que dizem os posts As publicações mostram uma foto do suposto chefe da organização com a chamada: "Chefe da ONU: cristãos que não aceitarem ideologia esquerdista serão excluídos da sociedade". Um dos posts, compartilhado no Twitter, ainda diz que a ONU teria defendido a "legalização da pedofilia". A descrição da postagem diz que o órgão internacional quer descriminalizar o sexo entre adultos e menores. Por que é falso O homem que aparece na foto compartilhada nos posts falsos não é "chefe da ONU". Na verdade, trata-se de Victor Madrigal-Borloz, especialista independente da organização para orientação sexual e identidade de gênero (aqui). Os especialistas independentes da ONU integram o Conselho de Direitos Humanos do órgão e monitoram situações específicas de países ou questões temáticas em todo o mundo. Eles trabalham de forma voluntária e não recebem salário por seus serviços. No documento (aqui), apresentado à ONU em junho, Madrigal-Borloz afirma que há muitas religiões inclusivas em relação à comunidade LGBTQIAPN+. Segundo ele, essas crenças podem ajudar a mudar as narrativas que afirmam que a religião é incompatível com os direitos desse grupo de pessoas. Em nenhum momento do texto o especialista defende que cristãos sejam excluídos da sociedade. O especialista da ONU também não defende a legalização da pedofilia. Em um trecho, Madrigal-Borloz cita a lei "anti-gay", aprovada pela Rússia em 2013 e ampliada no ano passado, que proíbe o que o governo de Vladimir Putin interpreta como "propaganda LGBT" (aqui). A lei proíbe a "propaganda de relações sexuais não tradicionais" entre menores. Grupos de direitos humanos e ativistas LGBTQIAPN+ avaliam que, na prática, a lei significa que será banido qualquer ato ou menção pública a relacionamentos entre pessoas do mesmo sexo. Viralização. A publicação no "X" - antigo Twitter -, compartilhada no último dia 7, registra 301,2 mil visualizações, 6.639 curtidas e 2.491 repostagens. Já a postagem no TikTok, feita no último dia 10, tem 183,4 mil visualizações, 20,8 mil curtidas e 1.358 comentários. No Kwai, um post com a mentira contabiliza 59 mil visualizações, 4,7 mil curtidas e 1,5 mil comentários. Este conteúdo também foi checado por Aos Fatos. Uma publicação semelhante foi desmentida por Lupa. Sugestões de checagens podem ser enviadas para o WhatsApp (11) 97684-6049 ou para o email uolconfere@uol.com.br. 5 dicas para você não cair em fake news Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL.
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