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  • “Já ontem coloquei aqui, mas hoje vai com a definição de burnout. De forma alguma considero que Portugal seja o ‘paraíso'”, lê-se em publicação no Facebook que destaca o lugar cimeiro ocupado por Portugal na lista de países da União Europeia com maior risco de burnout. Mas de onde é que surgem estes dados? Importa começar por explicar o que é o burnout, agora reconhecido como uma doença pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Se sente “exaustão, cinismo ou sentimentos negativistas ligados ao trabalho e eficácia profissional reduzida”, então pode mesmo sofrer de uma das doenças do século XXI associadas ao trabalho. A noção de “doença” chegou em 2019 e só entrou em prática no início deste ano, depois de terem sido avaliadas as conclusões de peritos de saúde ao nível mundial sobre este estado de esgotamento físico e mental que muitas vezes se sente no decorrer da prática de uma atividade profissional. De acordo com a classificação internacional de doenças da OMS, o burnout é usualmente associado a um estado de emprego ou desemprego e dá-se por “uma síndrome resultante de stress crónico no trabalho que não foi gerido com êxito”. Em Portugal, onde os salários são baixos e o número de horas de trabalho é relativamente elevado, o que indicam as estatísticas associadas a esta doença? De acordo com o portal “Small Business Prices“, que efetuou os cálculos tendo por base o índice de felicidade mundial de cada país, o salário médio anual e as horas de trabalho semanais, Portugal é mesmo o país (dos 26 analisados no estudo) onde mais trabalhadores sofrem ou correm o risco de vir a sofrer de burnout. Grécia, Letónia e Hungria destacam-se logo nas posições seguintes, com salários médios e horas de trabalho semanais muito próximos dos que se verificam em Portugal. Por sua vez, o Reino Unido, onde “apenas 1% dos trabalhadores dizem nunca ter experienciado stress relacionado com o trabalho”, ocupa o 14.º lugar da lista. Dos principais países com maior risco de burnout, Portugal tem uma das semanas de trabalho mais longas (39,5 horas) e um dos salários anuais mais baixos (22.373 euros). Por outro lado, na Dinamarca e nos Países Baixos é onde se registam menos trabalhadores que correm risco de esgotamento. As semanas de trabalho são significativamente mais curtas (32,4 horas e 29,3 horas, respetivamente) e os salário anuais chegam quase aos 50 mil euros (48 mil euros e 47.500 euros, respetivamente). Os Países Baixos são ainda distinguidos por ser onde há um maior equilíbrio entre a vida profissional e a vida pessoal, com uma média de 29,3 horas trabalhadas por semana. O Reino Unido, por outro lado, está entre os cinco piores países no que respeita ao equilíbrio entre vida profissional e pessoal, muito por causa do elevado número de horas de trabalho semanais (36,6 horas). ___________________________________ Avaliação do Polígrafo:
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